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Vacancy Unsolicited Workshop
Unsolicited Architecture > Workshop:
Strategies to activate empty buildings in downtown São Paulo
9th SP International Architecture Biennale from Nov. 18th-20th 2011

SP Lab propõe em colaboração com NAi:
Oficina Arquitetura não solicitadas
9ª Bienal Internacional de Arquitetura de SP de 18-20 novembro 2011
Vacancy:
Estratégias para ativar prédios vazios no centro de São Paulo

Encontrar zonas de vazias que parecem estar em stand-by é bastante comum na maioria das grandes cidades em todo o mundo. Elas sustentam a possibilidade de uma reestruturação excitante enquanto está servindo como terreno de ensaio para táticas inovadoras.

O Centro histórico de São Paulo tem mais de 200 edifícios desocupados. Este fenômeno é o resultado de uma mudança da população para outras áreas da cidade, como ela se espalhou em direções diferentes direções, quadruplicando seu tamanho em menos de 40 anos. Este foi um processo gradual de degradação urbana que atingiu o seu pico no final dos anos 80, quando os distritos de novos negócios já estavam estabelecidos na zona sudoeste da cidade. O "abandono" do Centro da cidade não é apenas um desvio de infra-estrutura urbana, que na maior parte está concentrada lá como em em nenhum outro lugar em São Paulo, mas também oneroso para o município, uma vez que os impostos urbanos não são coletados dos proprietários dos edifícios vazios (um orçamento que poderia ser investido na renovação da área). Em última análise, esta situação de impasse representa um desafio para toda a cidade. O Centro ainda é o principal lugar cultural e infra-estrutural desta metrópole gigantesca.

Sua regeneração tem sido há muitos anos um dos principais tópicos discutidos em ambos os níveis acadêmicos e políticos. Para enfrentá-lo, um dos planos do governo consiste em renovar, para habitação de baixa renda, vários destes edifícios vagos usando um mecanismo legal que permite que ele se aproprie dos imóveis através de uma negociação da dívida fiscal. Até agora tem sido um esforço bem sucedido, mas em vista de uma abordagem mais ampla, propomos as seguintes perguntas para os participantes do seminário:
Que tipo de programas podem ser propostos para os edifícios vagos que assegurem uma multiplicidade de usos e experiências no Centro? Como poderíamos incorporar economias não-evidentes e locais? Qual o tempo relacionado à estratégias poderia ser imaginado para promover usos e ocupações temporárias?
Usando as ferramentas não solicitadas, o participante do seminário será capazes de buscar oportunidades, desenvolver estratégias e ilustrar soluções que podem ser colocadas em ação, contribuindo para o debate público sobre o futuro do Centro de São Paulo.



USE – ME

1. Problem
There is a lot of vacancy in the city centre of Sao Paulo. The plinths of the buildings, however, are well used for commercial activities during the day, while the upper floors often go unused. As a result, at night when the commercial programs are closed, the centre is quite desolate.

2. Opportunities: Art
The city centre already has a lot of public art works. This present tendency could be enhanced by adding more quality to the public space. Unfortunately, the art works are now only graphical and do not have a further architectural impact.

3. Opportunities: Occupy
There are already several well organized groups illegally occupying vacant buildings. Because it is illegal, the occupied buildings are very closed to the street and do not really activate the city.

4. Proposal: USE - ME
To be able to have a bigger impact on the city we propose to organize a legal way of occupation, called: USE-ME.

5. Legal Interventions
This involves making contracts for temporary use with the owners, who might be interested out of fear for the illegal occupation and because the value of their property will increase in the long run.


6. Architectural Contributions
The first step is to make cheap, easy and quick interventions. These interventions start using the great opportunities in the city centre right away. This is done by making architectural contributions; adding new qualities, programs and spatial conditions.


7. Contextual interventions
The interventions are based on and reinforce existing conditions. This requires close reading of the sites.


8. New access
To open up the buildings, new entrances and stairs are added. These extra access points stimulate movement and therefore activate the public space.

9. New programmatic possibilities
By adding simple elements, like video projectors, nets and plants, new programs are introduced.

10. New image
Old buildings in decline can become noticeable and sexy by minimal interventions such as wrapping them with textile or letting a graffiti artist make one giant work on them.

11. Before-during-after
The small acupunctural interventions work as a catalyser, improving the public space, convincing developers, potential residents and companies to engage with the centre, enabling bigger interventions in the long run, and increasing the quality while doing so.

What’s important is to trigger the process of occupation.

To start using space.

To USE_IT.

Ficha técnica

FRENTES
Juliana Corradini
Eliana Rosa de Queiroz Barbosa
João Guilherme Viaro Correa

temp.architecture.urbanism
Maarten van tuijl
Tom Bergevoet

Zachary Aders